Empreendedoras contam os filmes favoritos para inspirar na quarentena

Ganhou tempo em função da quarentena? Que tal se inspirar vendo filmes de empreendedorismo? Para te ajudar, convidamos cinco empreendedoras e elas falaram seus filmes favoritos para inspirar quem está empreendendo. Confira:

 

Aurecleni Leite – Personal Shopper de Beleza, Saúde e Bem-estar

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Indico o filme Joy: Um Nome de Sucesso. Fala de perseverança, determinação, buscar seus sonhos e objetivos. Transformar suas ideias em grandes oportunidades e negócios, agregar valor.

Catarina Ruter – Mentora de negócios para mulheres

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Indico a série Self Made, sobre a vida de Madam C. J. Walker. Vale total para esse mundo do empreendedorismo. É uma história incrível para esse momento de coronavírus, de lidar com adversidades. Faz muito sentido.

Cristina Porto Vesz – Consultora estratégica para mulheres

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Tem um filme que eu gosto muito que é sobre a Coco Chanel e se chama Coco antes de Chanel. É muito interessante ver a história dela antes da fama, como ela teve de se impor em um mundo masculino, onde trabalhar não era “coisa de mulher” e como ela impôs sua vontade de trabalhar com delicadeza e personalidade, se tornando o ícone que ela representa até hoje!

Manoela Doná – Empresária no Triptofanos e criadora do @mulheres.de.alcance

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O meu preferido é o À procura da Felicidade, porque o propósito maior da vida é ser feliz, mas não significa que isso não exija superação e muito trabalho!

Michele Marques – Analista Comportamental e Mentora de Carreiras

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Um filme bem marcante para mim foi À procura da Felicidade. Me senti desacreditada muitas vezes durante a minha história, assim como muitas pessoas, e esse filme é inspirador pela persistência e principalmente pelo desejo de Chris em realmente conquistar um lugar melhor, em acreditar que ele podia ser quem quisesse e ele foi lá e fez.

Outro filme que amei foi O menino que descobriu o vento, pela vontade genuína que Malawi tem em buscar alternativas para o vilarejo onde vivia e melhorar a vida de todos, ele foi atrás do que precisava, buscou conhecimento necessário para transformar uma ideia em algo que repercutiu positivamente na vida das pessoas.

Empreendedora, cuide da sua saúde mental

Setembro é o mês oficial da prevenção ao suicídio e a saúde mental vira pauta em muitos lugares e grupos sociais.

Uma das coisas que pode desencadear a depressão e o transtorno de ansiedade é o estresse causado pelo trabalho. Por isso, como nós da Velvet trabalhamos direto com empreendedoras, viemos trazer algumas reflexões sobre o assunto.

Convidamos a psicóloga Laís Garcia para falar um pouco sobre saúde mental relacionada ao empreendedorismo. Confira:

 

Como as empreendedoras podem cuidar da saúde mental em meio ao dia a dia de trabalho?

Acredito que estabelecendo limites, não abrindo mão do lazer e vida social, trabalhando no exercício da não-procrastinação, tendo hábitos saudáveis e fazendo terapia.

Como não se cobrar tanto quando você trabalha sozinha?

Uma agenda, planner, buscar algo nesse sentido que funcione para si mesma pode ajudar. Com o auxílio desses dispositivos, é possível organizar melhor o tempo e controlar a ansiedade.

Quando colocamos no papel as tarefas que temos que fazer, muitas vezes percebemos que damos conta e que poderíamos estar catastrofizando ao achar que eram impossíveis de serem concluídas. Organizando melhor o tempo e usando desses limites, estabelecemos uma rotina mais tranquila e conseguimos regular nossa autocrítica, a fim de valorizarmos nossas conquistas e não nos cobrarmos excessivamente.

Como uma psicóloga pode ajudar as mulheres que têm seu próprio negócio?

Na abordagem que eu sigo, a terapia cognitivo-comportamental, partimos do princípio de que não é a situação em si que determina a forma como a gente se sente, mas sim como enxergamos aquilo que acontece com a gente.

A terapia pode ajudar a acertar essa visão, evitando distorções cognitivas – que são muito comuns no nosso dia a dia e as maiores causadoras da ansiedade. Interpretando o que acontece conosco de acordo com a realidade, lidamos com os problemas de uma maneira mais efetiva, tomamos melhores decisões e evitamos a sobrecarga física e mental que empreender pode causar.

Alémdisso, a partir do treino de habilidades sociais, é possível aprimorar a assertividade – habilidade importantíssima e super necessária de ser desenvolvida especialmente em mulheres num mercado de trabalho muitas vezes opressor e machista.

Por que você acha que a síndrome de Burnout está tão comum?

O esgotamento característico da síndrome de Burnout acaba sendo frequente no mundo em que vivemos principalmente em função do sistema capitalista ao qual estamos inseridos.

Este visa lucro acima de todas as coisas, ignorando o nosso bem estar em prol de uma produtividade exacerbada e muitas vezes inatingível, que faz com que pensemos nunca estarmos produzindo o suficiente – olhamos para nossas falhas com uma ênfase muito maior do que para as nossas conquistas, tornando-nos eternas devedoras de nós mesmas.

Como você faz para ter equilíbrio no seu dia a dia?

Organização, limites e terapia. Aceitando aquilo que não posso mudar, me comprometendo a mudar aquilo que é possível e valorizando as minhas pequenas vitórias cotidianas mais do que aquilo que, por “n” motivos, talvez não tenha conseguido fazer.

E você empreendedora, o que faz para cuidar de sua saúde mental no dia a dia? Conte para a gente nos comentários!

A importância das collabs para empresárias e influenciadoras

Se você é uma empreendedora individual ou trabalha como influenciadora na internet, provavelmente você trabalha sozinha ou tem uma equipe pequena. Quando não se tem um grande time à disposição ou muitos fornecedores, o caminho para o sucesso profissional e financeiro pode parecer mais difícil e demorado.

Por mais que você trabalhe sozinha em sua empresa, não quer dizer que você não possa ter parceiros para trabalhos pontuais e desenvolver projetos na sua empresa em conjunto com outras pessoas.

Pense por um instante nas outras empresárias e influenciadoras que querem atingir o mesmo público que você, mas não são suas concorrentes. No caso da Velvet Comunicação, por exemplo, nós atendemos mulheres empreendedoras, fornecendo opções de marketing e conteúdo. Algumas opções de parceiras que também atendem esse público são as contadoras, consultoras, fornecedoras de materiais para escritórios e lojas, etc.

Já para influenciadoras, não existe essa competitividade tão grande. Você pode fazer parcerias com influenciadores que fazem o mesmo trabalho que você, por exemplo. Mas também é possível fazer parcerias com criadoras de conteúdo de áreas correlatas. Se você cria conteúdo sobre moda, por exemplo, faça um projeto especial com uma blogueira ou youtuber especializada em maquiagem.

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Quais projetos desenvolver em parceria

Existem várias opções de coisas que você pode fazer em conjunto com parceiros. É possível criar um e-book, em que cada parceiro escreve uma parte e os dois dividem a lista de contatos das pessoas interessadas. Já os vídeos também são legais: grave dois vídeos de assuntos parecidos, mas com dicas diferentes. Um para suas redes sociais e outro para as redes sociais de sua parceira.

Se você quer ir além, pode lançar um novo produto ou uma coleção com alguém que seja influente no mercado que você quer conquistar. Pesquise bem, faça reuniões, procure entender o método de trabalho da pessoa e a relevância que ela já tem. Simplesmente “tomar emprestada” a autoridade de uma pessoa pode fazer maravilhas para o seu negócio.

Como entrar em contato com as parceiras

Agora você pode estar pensando: como começar as fazer essas tais collabs? Se você já conhece essas pessoas, ótimo. Mande uma mensagem, convide para um café ou reunião online e explique o seu projeto. Já chegue com uma ideia definida e sugira coisas que a pessoa pode fazer para contribuir com seu conteúdo ou produto.

Se você ainda não conhece, comece se aproximando da pessoa que você deseja firmar uma parceria. Siga nas redes sociais, comente nos posts, crie algum relacionamento antes. Depois, explique sobre seu trabalho, mostre que você já trabalha com um público que interessa a pessoa e faça ela ver vantagens na parceria com você e sua marca.

Esse primeiro contato pode ser por e-mail, por LinkedIn ou por mensagens inbox no Instagram. Os eventos de empreendedoras também são incríveis para se conectar com as pessoas certas, que já estão buscando oportunidades de networking e parcerias.

Conclusão

Criar um conteúdo, serviço ou produto em parceria com alguém influente dentro do seu nicho pode ser muito mais fácil do que você pensa. Faça uma lista de pessoas que você gostaria de criar algo em conjunto, crie uma aproximação, mesmo que seja online, e já comece a pensar em que tipo de projeto vocês poderiam trabalhar juntas. Depois nos conte como que foi, vamos adorar saber!

5 podcasts para empreendedoras de moda

Eles viraram nossa melhor companhia para usar o transporte público, limpar a casa, fazer academia, tomar banho… Os podcasts estão ganhando cada vez mais força e virando mania entre os consumidores de conteúdo online, principalmente por não exigirem tanta atenção e poderem ser escutados enquanto estamos envolvidos em outras atividades – inclusive no trabalho.

Eu, particularmente, ouço todos os dias e gosto de podcasts sobre os mais variados temas. Posso inclusive fazer um novo post com os meus favoritos sobre notícias, humor e cultura. Hoje, porém, vou indicar para vocês os que mais podem agregar às empreendedoras de moda. Todos eles estão disponíveis no Spotify, é só procurar pelo nome e dar o play!

Tudo Orna

A empresa Tudo Orna foi fundada pelas irmãs de Curitiba Bárbara, Débora e Júlia Alcântara. Elas começaram com um blog, anos atrás, e agora têm uma marca de acessórios e um café. Com seu projeto Efeito Orna, elas ajudam empresárias e influenciadoras a ganhar espaço na internet. O podcast delas, Tudo Orna, fala sobre branding, moda e empreendedorismo. Os episódios têm entre 10 minutos e 1 hora.

O Podcast

Comandado pelo casal de influencers Dani Noce e Paulo Cuenca, O Podcast foi lançado em 2019. São episódios curtos, com menos de meia hora, sempre com convidados do mundo da moda, da beleza e do conteúdo online. Já passaram pelo programa Jana Rosa (influencer e escritora) e Julia Petit (criadora de conteúdo e empresária).

Estilo Possível

Marina Santa Helena é stylist e participa do podcast Um Milkshake chamado Wanda e agora comanda o Estilo Possível. O podcast é só sobre moda, falando tanto com as consumidoras quanto profissionais do meio. A cada episódio é escolhido um assunto, como as cores, o visagismo, os acessórios e a profissão de stylist. Marina também responde as dúvidas que os ouvintes enviam por e-mail.

The Business Of Fashion

Para praticar seu inglês e ainda estar por dentro do mercado da moda mundial, recomendamos o podcast The Business Of Fashion, derivado do portal de mesmo nome. São episódios semanais, de uma hora, com profissionais do ramo falando sobre seu trabalho e as principais tendências quando o assunto é produzir peças de roupa e itens de maquiagem.

Fashionismo para ouvir

O blog Fashionismo é um dos mais antigos sobre moda na internet e em 2019 virou também podcast. Thereza Chammas fala semanalmente no podcast sobre os principais acontecimentos da semana, envolvendo influenciadoras, marcas, eventos e demais tendências do momento. São episódios curtos, bons para se informar em pouco também. Thereza também tem uma série de programas voltada para a criação de conteúdo.

E você, já ouviu algum desses podcasts? Tem alguma outra sugestão para as empreendedoras de moda ouvirem para ficarem por dentro do mercado? Deixe aqui embaixo nos comentários!

E para aumentar os resultados da sua marca de moda ainda mais, conte com a nossa equipe especializada na área para criar conteúdo e encantar os seus clientes. Peça o seu orçamento sem compromisso pelo e-mail contato@velvetcomunicacao.com ou pelo WhatsApp (51) 99514-7769.

O início de uma marca de moda, com Thelma Kaminski

Você é apaixonado por moda, tem conhecimento na área e está pensando em criar a sua própria marca? Saiba que isso é possível, com muito amor pelo trabalho, planejamento e boas ações de marketing.

Essa semana conversamos com Thelma Kaminski, gaúcha e estudante de moda, sobre o processo de criar uma marca de roupas e as principais características desse mercado. Se esse é o seu sonho, confere a nossa conversa!

 

Com o que você trabalha dentro da moda?

No momento estou estudando e planejamento a minha coleção para o trabalho de conclusão de curso. Mas estou com um projeto de iniciar minha própria marca/loja, espero conseguir abrir ainda este ano de 2019.

Qual foi a maior dificuldade que encontrou na área?

Na região de Porto Alegre/RS é muito difícil encontrar empregos na área. Estágios menos ainda e geralmente, quando há vagas, é para vendedora ou vitrinista, na área de criação é bem difícil.

Como você faz para se divulgar?

Eu tenho meu portfólio online, mas o que eu mais utilizo é o Instagram. Tenho três contas: a minha pessoal, a do meu brechó e uma para publicar tendências e novidades. No Facebook tenho uma página onde posto não só os trabalhos de moda, como também minhas artes.

Qual foi o maior aprendizado que já teve com sua carreira?

“Se você quer algo bem feito, faça você mesmo”. Me arrependo até hoje por ter dado um vestido, que eu vinha o semestre todo trabalhando em cima, para outra pessoa costurar.

Como lidar com as finanças sendo autônoma?

Como estou planejando a marca ainda, fiz uma tabela de todos os gastos para assim calcular o valor de cada peça. É preciso ter em visto o valor dos materiais do produto, os impostos, telefone, internet, transporte e ainda ter um lucro.

O que mais gosta na área da moda?

A parte criativa e a moda conceitual. Sempre fui ligada às áreas que envolvessem arte e a oda, apesar de ter outros ramos, também tem um lado mais artístico. Temos a liberdade de expressão, podemos fazer protestos, desconstruir padrões, etc.

 

Você tem ou está criando a sua própria marca? Deixe nos comentários um pouco de sua experiência!

 

 

Como a astrologia pode ajudar o seu negócio a deslanchar?

O movimento e as posições dos corpos celestes estão diretamente relacionados às circunstâncias que se passam ao nosso redor, inclusive na vida profissional e financeira.

Pela astrologia, quando pensamos em empreendedorismo, podemos dar uma atenção especial às casas 2 e 8 que indicam a nossa vida financeira. Por exemplo, um período muito próspero pode ser alertado nessas casas pela presença de planetas como Vênus – representa nossa habilidade em ganhar dinheiro – e o próprio Sol – energia, expressão e potência. Através das técnicas preditivas podemos vislumbrar as áreas de atuação mais propícias para nosso ano pessoal e, a partir daquelas orientações, lançarmo-nos sem medo nos desafios daquele ano.

Já para quem busca um propósito e missão através da profissão e negócio, vale conhecer o Mapa Vocacional que serve como um guia para decisões na escolha de emprego, direção profissional, evolução na carreira, definição de estudos, cursos ou faculdade e tudo que diz respeito a sua vida no trabalho. Como já nos disse Confúcio “Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia de sua vida”.

Mais sobre a astrologia

A astrologia nasceu no oriente e se dissipou principalmente pelos vedas que é a base dos estudos sagrados do hinduísmo. A astrologia significa o estudo dos astros. Imagine você que se a Lua influencia visivelmente as marés, os ciclos femininos, a memória e a agricultura (sem falar nos cortes de cabelo), como ela, todos os demais planetas influenciam a nós que somos meramente compostos por cerca de 70% de água.

Enquanto no Mapa Astral (ou Natal) a nossa alma é decodificada, revelando nossos principais talentos, desafios, a forma como nós nos relacionamos com a vida e com nós mesmos; na Revolução Solar (ou mapa anual) identificamos essas tendências durante um período de tempo determinado. A astrologia serve mesmo como um mapa da vida! Diversos caminhos podem nos levar ao mesmo lugar e com a ajuda dos astros, podemos escolher a melhor estrada a trilhar.

Os 7 planetas tradicionais que compõem a análise astrológica possuem características individuais que podem favorecer ou apresentar desafios em uma determinada área da vida. Além dos planetas, o mapa é composto por 12 casas onde cada uma delas representa uma área, além de estarem relacionadas a um determinado signo do zodíaco. Por isso, todos nós temos um pouco de cada signo. A presença ou não de um planeta em casas específicas nos dá as indicações mais relevantes sobre a nossa jornada. Apesar da aparente complexidade, a astrologia é uma ciência exata quando olhamos com cuidado para o fluxo natural da vida.

Nota do Astrólogo

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Em qualquer conhecimento sagrado, quando buscamos uma sabedoria milenar como a astrologia para nos guiar é necessário abrirmos o coração para ouvir o que as estrelas estão a nos dizer porque nem sempre elas nos dizem o que gostaríamos de ouvir. Sábias no firmamento, as estrelas nos indicam a luz do nosso próprio caminhar.

Se quiser ler mais sobre a astrologia e sua influência em nossas vidas, visite meu blog. Maiores informações sobre consulta acesse: www.dharmastrologia.com/agendamento.

Caso tenha interesse em agendar alguma consulta, aguardo o seu contato através do email: dharmaastrologia@gmail.com. Siga-nos também no Instagram @dharmastrologia e no Facebook pela fanpage www.facebook.com/dharmastrologia .

 

Patrick Mesquita
Astrólogo