Estabeleça metas para seu marketing em 2021!

Em 2021, mais do que nunca, o marketing vai estar intimamente ligado às redes sociais, que se tornaram mais importantes neste período de isolamento social, pois são o maior contato entre consumidor e marca, sendo consideradas uma espécie de “vitrine” da sua empresa, criam uma relação de proximidade e interação, muitas vezes funcionando como um SAC 2.0, onde o cliente expõe suas dúvidas, reclamações e/ou elogios, cabe a marca responder o mais rápido possível (principalmente em casos de reclamações, para evitar que o problema se torne muito maior do que era no início).

Invista no TikTok

 O Tiktok foi uma rede social que cresceu muito este ano, com vídeos curtos e bem trabalhados, a rede se popularizou entre jovens e logo várias marcas também começaram a investir na rede, alguns “tiktokers” foram chamados para propagandas, inclusive o conhecido Mário Júnior, famoso por sua frase “roi…Letícia né?”, ele foi convidado a fazer anúncios para algumas empresas e visitou programas conhecidos, se popularizando ainda mais. Além disso, a própria rede Tiktok já está trilhando seu caminho para incluir ferramentas voltadas ao perfil empresarial.

Com relação direta ao Tiktok, surgiram os “reels” no Instagram, também se tratando de vídeos curtos que podem conter efeitos, hoje são essenciais para popularizar seu perfil, se utilizados de forma correta e com planejamento, é possível até mesmo mostrar seus produtos e captar clientes com reels.

Escreva para o seu site

Junto com toda essa onda de redes, até mesmo os textos longos voltaram a ter sua importância, carregados de palavras-chave, podendo ser informativos ou atrativos e geralmente voltados para blogs ou sites, eles atraem o leitor e com algumas estratégias (como links internos, por exemplo) mantem o possível cliente no blog ou o levam a uma plataforma de vendas, fidelizando o mesmo.

 São tantas redes e informações, que fica difícil manter a organização, não é? Então foca no planejamento que vai ser essencial este ano! Em primeiro lugar, é importante criar uma programação para suas publicações, horários fixos que lembrem seus seguidores de que está na hora de conteúdo novo, outro fator importante é não tentar tudo ao mesmo tempo, divida seus objetivos em tarefas menores e mantenha apenas um como “carro chefe”, evitando confusão.

Dados são os seus melhores amigos

Uma boa jogada é utilizar as redes para identificar seu público, realizar pesquisas e levantamentos de dados é muito importante para analisar o horário que seu público está online, quais tipos de publicações geram mais engajamento, a abordagem correta (também é válido realizar enquetes nos stories para criar um banco de respostas de seguidores), ou seja, procure compreender seu público para poder atendê-lo.

 É recomendável delegar as redes a uma agência ou social media, que podem realizar todas as atividades supracitadas, lhe informando sobre progressos e entregando gráficos e/ou dados, em alguns casos, caso seja de sua preferência gerenciar você próprio suas redes, é possível terceirizar algumas atividades (como criação de artes, copys, vídeos, avaliações, criação de anúncios e etc.), mantendo um padrão de qualidade e adquirindo mais tempo para responder e interagir com clientes.

Empreender com propósito: sustentabilidade com Fabíola Pecce

Criar uma empresa com um objetivo de gerar um impacto positivo no mundo é o que muitas mulheres têm feito, no Brasil e no mundo. Aliar a vontade de tirar um projeto do papel e lutar por uma causa que acredita é a saída de muitas empreendedoras para a realização profissional e pessoal.

 

Uma mulher reconhecida por esse trabalho com propósito é a Fabíola Pecce, de Porto Alegre. Ela fundou a Oficina Pasárgada para promover cursos, eventos e consultorias para ajudar pessoas a empresas e repensarem seus hábitos, visando uma vida mais sustentável.

 

Confira abaixo a nossa conversa com Fabíola e se inspire nessa trajetória!

 

Como foi sua decisão de atuar com sustentabilidade?

 

Eu estava no Comércio Exterior e via que aquilo não fazia mais sentido para mim há muito tempo. Eu vinha adoecendo física e mentalmente e percebi que eu precisava fazer novas escolhas. Para mim foi muito natural o caminho de uma gestão ambiental, até como se fosse uma visão de mercado. 

 

Eu tinha certeza que eu queria trabalhar com alguma coisa de ecologia, meio ambiente. E foi uma jornada difícil, porque em dois anos de gestão ambiental eu ainda olhava e pensava “nossa, mas o que eu vou fazer nesse cenário?”.

 

Eu vinha de uma formação de administração, com habilitação em Comércio Exterior, e quando eu pensava em sustentabilidade era biológico, era química, poluição, e eu pensava que eu não tinha nenhum conhecimento nesses temas. Então por muito tempo eu fiquei sem saber qual seria de fato a contribuição que eu poderia dar nesse mercado. Até que um dia eu escutei uma frase que falava que “lixo só era lixo se estivesse no lugar errado” e aquele dia eu não dormi.

 

Eu pensei “nossa, eu tenho 19 anos de logística” e eu fazia uma coisa chamada “carga fracionada”, que é uma carga que não sozinha enche um contêiner, tinha que combinar vários tipos, tinha que seguir regras internacionais, porque ia entrar num navio… E quando eu escutei essa frase, eu pensei “é isso mesmo, vou colocar o lixo no lugar certo”. Foi uma decisão pensada e muito batalhada. Descobri que toda profissão pode contribuir com sustentabilidade, cada um tem que olhar para a sua e identificar qual é o ponto de convergência com esse tema.

 

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Qual é o maior desafio de trabalhar na parte de educação e consultorias?

 

Acho que educação e consultorias em sustentabilidade, especificamente, é um mercado em formação. A gente tem muitas pessoas dando conteúdo de graça, falando sobre o problema. Eu abri a Pasárgada para falar de solução, antes só se falava de problema, era quase terapia em grupo.

 

Eu tenho que compreender que esse é um tema de interesse coletivo, funciona melhor como seminários, congressos. O maior desafio é encontrar esse nicho. Onde estão essas pessoas que querem transformar e pagar por isso. Mas esse é o desafio de diversos empreendedores, existem nichos mais populares. Eu tenho esse desafio por ter também muito conteúdo de graça e de descobrir quem paga por isso, identificar minha persona.

 

Como você tem utilizando a internet para aumentar o alcance do seu projeto?

 

A gente teve um poder de reação dentro da Pasárgada. A gente chegou a devolver as inscrições do cursos que iria acontecer, o Todo Lixo é um Erro de Design, não tive a agilidade na transformação desse conteúdo em digital. Estou descobrindo como fazer isso.

 

Tem todo o desenvolvimento de conteúdo, acho que os cursos que vou lançar no digital não são os mesmos cursos que a Pasárgada já tinha. A gente foi convidado de clientes e parceiros para participar de lives, foi muito legal. Os contatos são de Fortaleza, Florianópolis, Recife… A fronteira está sendo quebrada, mas ainda a passos lentos.

 

Comprei um curso de como fazer conteúdo digital, como fazer lançamentos, então em 90 dias vamos ter novidades. Mas nesse meio tempo são as lives que estão segurando a nossa relevância.

 

Que outras mulheres são uma referência para você?

 

Bom, eu me lembro sempre, muito Brigitte Bardot, que foi uma das primeiras modeletes a chamar atenção para a causa ambiental, na época muito mais dos animais. Mas sem querer trazer política, uma guerreira forte que temos no Brasil no meio ambiental, de uma maneira estratégica e inteligente, é a Marina Silva. Ela tem um olhar muito estratégico em como levar o desenvolvimento brasileiro mantendo a floresta em pé.

 

Como mulheres empreendedoras podem tornar seus negócios mais sustentáveis?

 

As mulheres empreendedoras podem fazer isso da mesma maneira que o homem, mas as habilidades femininas, como empatia e inclusão, facilitam que essas coisas sejam introduzidas. A partir desse olhar, faz mais sentido que o negócio tenha propósito e a construção de uma marca mais sustentável.

 

E você, como tem aplicado a sustentabilidade na sua empresa? Se quiser uma empresa mais inserida no mundo digital, conte conosco da Velvet Comunicação e, para uma marca mais verde, conte com a Pasárgada!

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Como apoiar os projetos de mulheres empreendedoras

A distribuição de renda entre os gêneros ainda é um problema no Brasil e no mundo. Segundo dados do Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a renda das mulheres brasileiras é 42,7% menor que a dos homens.

Isso acontece por diversos fatores, mas pequenas mudanças no dia a dia já podem ajudar a mudar essa realidade. O empreendedorismo feminino cresce a cada dia e cabe a nós ajudar esse movimento a crescer para diminuir a desigualdade em nosso país.

Dê o seu apoio pelas redes sociais

Fortalecer os negócios das suas amigas, familiares e empreendedoras locais é mais simples do que você pensa. Comece curtindo as publicações das empresas delas nas redes sociais, como Facebook e Instagram.

Não custa deixar um like, um comentário, um compartilhamento para que mais pessoas possam conhecer o que elas têm a oferecer. Assim, você ajuda a fortalecer o empreendedorismo feminino e ainda fortalece sua relação com essas mulheres empreendedoras. Pense nisso na próxima vez que o conteúdo delas passar por sua timeline!

Pode parecer um gesto simples, mas isso estimula que as empreendedores continuem publicando conteúdo e continuem acreditando em seus projetos. Em um lugar em que muitas empresas morrem nos primeiros anos, ajudar as mulheres a continuar seus negócios é importante.

Compre e indique sempre que puder

Quando você precisa comprar alguma coisa para si ou para outros, vai direto nas lojas do shopping ou nos principais e-commerce da internet? Por mais que essa seja uma certa garantia de que você irá adquirir algo que já acontece, pense bem!

Antes, dê uma passada nas redes sociais e no site dos negócios de suas amigas e familiares, sejam elas empreendedoras ou revendedoras. Mande uma mensagem, diga o que está buscando. Faça disso um hábito para fortalecer a sua rede.

Troque conhecimentos  e experiências

Por fim, aposte nos grupos de empreendedoras locais e online. Eles são ótimos para que você possa conhecer mais empresas que são criadas por mulheres e ainda oportuniza que você possa divulgar seus próprios produtos ou serviços.

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Nós da Velvet fundamos o grupo Fazendo Acontecer, que une empreendedoras do Rio Grande do Sul para trocar conhecimento em grupos online e eventos presenciais. Quer fazer parte e ampliar sua rede de contatos, além de atrair novas oportunidades? Participe de nosso grupo no Facebook!

O poder feminino nas profissões em 5 filmes

É comum nos identificarmos com filmes de super-heroínas, que nem a Mulher Maravilha, ou personalidades históricas, como Frida Kahlo. O fato é que eles nos proporcionam uma visão ampla da realidade, mesmo que utópica, e dão subsídios para unirmos racionalidade e emoção.

Contudo, já não basta mais dar vida aos sons e imagens. Precisamos trazer as discussões para fora das telas. E nós temos poder o suficiente (e de sobra) para a transformação. Quer ver só?

Os Princípios de Empoderamento das Mulheres, publicação conjunta da ONU Mulheres Brasil e Rede Brasileira do Pacto Social, sugerem a promoção do poder feminino como essencial para estabelecer sociedades mais estáveis e justas. De acordo com o relatório de 2012 do Banco Mundial, elas representam mais de 40% da mão de obra global; 43% da força de trabalho atuante e mais da metade dos estudantes universitários. A r(e)volução já começou!

Sabendo que você pode se reconhecer em personagens de filmes e que existe um poder transformador na sua essência, selecionamos cinco longas-metragens que retratam mulheres empoderadas e inspiradoras. Confira:

  1. Mulher-Maravilha (2017)

Com direção de Patty Jenkins, Mulher-Maravilha é um símbolo de luta contra o patriarcalismo do século XX. Ela ignora as regras sociais da época e utiliza sua força para o que é realmente necessário: o fim da Grande Guerra. A interpretação ficou com Gal Gadot – artista que defende publicamente a igualdade de gênero em Hollywood.

  1. Frida (2002)

Drama, amores, dores e artes visuais. Para além disto, o longa-metragem sobre Frida Kahlo apresenta a quebra de tabus em um mundo que naturaliza a submissão feminina. A pintora mexicana é a mulher que não se importa com padrões e almeja o reconhecimento de seu talento. Infelizmente, a visibilidade veio apenas depois de sua morte com a segunda onda feminista, entre os anos 60 e 70. Atualmente, também podemos lembrar de seu poder nas estampas de bolsas, t-shirts e editoriais de moda.

  1. Estrelas Além do Tempo (2016)

O filme é o retrato real de três mulheres negras cientistas da Nasa nos Estados Unidos dos anos 60. Evidentemente, naquela época o preconceito era uma atitude natural, beirando o absurdo. Mas o indicado ao Oscar de 2017, em três categorias, trabalha isto de forma leve e didática, mostrando que as mulheres são superpoderosas em qualquer área profissional que escolher para sua vida.

  1. Histórias Cruzadas (2011)

Eleve seus desejos de justiça e igualdade com este longa-metragem que também aborda a segregação racial. Uma jovem escritora, entre palavras, força e indignação perante à sociedade, dá voz para as empregadas domésticas das famílias ricas e brancas da década de 60. O livro se torna a arma contra a opressão social e demonstra que atitudes corajosas mudam a realidade, mesmo depois de duras lutas.

  1. The Post: A Guerra Secreta (2017)

Por fim, mas não menos irrelevante, este filme une luta feminina e imprensa. A personagem de Meryl Streep (Katharine Graham), proprietária do The Washington Post, é continuamente silenciada nas tomadas de decisões sobre o escândalo dos Pentagon Papers – documentos ultrassecretos do governo norteamericando que detalhavam os planos sobre a Guerra do Vietnã (1995 até 1975) e que foram vazados. Será que eles foram publicados? Só assistindo!

E depois que assistir este ou outros de nossa indicação, não esqueça de compartilhar conosco sua opinião! Lembre-se sempre: “Por trás de toda mulher bem-sucedida existe ela mesma”.